As Bibliotecas tem como finalidade dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), disponibilizando produtos e serviços que atendam às necessidades de informação de estudantes, docentes e técnicos. Nossos horários de atendimento são de segunda a sexta das 08h00 as 20h00 para o Instituto Saúde e Sociedade e das 10h00 as 22h00 para Instituto do Mar.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Novas aquisições da Biblioteca BS

Caros usuários, estamos atualizando nossa lista de aquisições, que pode ser conferida na íntegra pelo site da biblioteca.
Alguns dos itens listados são:

Ø  O novo espírito do capitalismo. Tradução: Ivone C. Benedetti, Revisão técnica: Brasílio Sallum Jr. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. – Autor: Luc Boltanski, Ève Chiapello.
Ø  Sexualidade, família e ethos religioso. Rio de Janeiro: Garamond, 2005. – Org: Maria Luiza Heilborn [ET AL].            
Ø  Identidades Emergentes, Genética e Saúde: perspectivas antropológicas. Rio de Janeiro: Garamond: Editora FIOCRUZ, 2012. – Org.: Ricardo Ventura Santos, Sahra Gibbon, Jane Beltrão.
Ø  Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 13.ed. Sâo Paulo: Roca, 2012. – Autor:  L. Kathleen Mahan, Sylvia Escott-Stump.
Ø  Atlas de anatomia humana. [Atlas of human anatomy]. Tradutores: Maria Inês Corrêa Nascimento et al. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. – Autor: Frank H. Netter.
Ø  Princípios de anatomia e fisiologia. [Principles of anatomy and physiology]. 12.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. – Autor: Gerard J. Torotora, Bryan Derrickson.
Entre outros títulos.
Confiram a lista contendo demais títulos pelo site da Biblioteca Unifesp CBS.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Clicou, baixou, acessou: e-books na íntegra!

A internet tem muitas informações, boa parte desorganizada, mas também tem muita coisa interessante; basta saber avaliar o conteúdo encontrado (veja nosso post anterior sobre como avaliar as fontes de informação na internet).

Quer exemplos? Encontramos alguns livros em formato eletrônico disponíveis na íntegra. Aproveite!

1- Situação social das catadoras e dos catadores de material reciclável e reutilizável 

http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/situacao_social/131219_relatorio_situacaosocial_mat_reciclavel_brasil.pdf

2- Guia prático de preparo de alimentos para crianças menores de 12 meses que não podem ser amamentadas

http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/criancas_que_nao_podem_ser_amamentadas.pdf

3- Dinâmica das graduações em saúde no Brasil: subsídios para uma política de direitos humanos

http://www.ensp.fiocruz.br/observarh/arquivos/Graduacoes.pdf

4- Language in mind: advances in the study of language and thought

http://worldtracker.org/media/library/Psychology/Gentner%20-%20Language%20in%20Mind%20-%20Advances%20in%20the%20Study%20of%20Language%20and%20Thought.pdf

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Fontes de informação na internet: como avaliar?

Como já se sabe, a informação é um elemento imprescindível à vida humana. Até pouco tempo atrás predominavam os formatos impressos de disseminação de conteúdo.

Com a consolidação da internet e a difusão das tecnologias de informação e comunicação, muitas fontes e recursos estão disponíveis na web; no entanto, da mesma forma que isso facilita o acesso, dificulta a busca mais pontual, qualitativa e fidedigna por informações.

A rápida dinâmica com que surgem novas fontes de informação aumenta exponencialmente o volume de conteúdo que, muitas vezes, não é avaliado de forma adequada.

Este cenário, de questões complexas impostas pela internet, tais como volatilidade, mutabilidade e dinamismo, evidencia a necessidade de se selecionar criteriosamente os diversos recursos disponíveis em rede.

Pensando nisso, damos algumas dicas para ajudar você a avaliar as fontes de conteúdo na internet:


1- Credibilidade das informações: observe a existência de instituição e/ou pessoa física responsável pelo conteúdo disponibilizado, além de credenciais e formas de contato, caso necessite sanar quaisquer dúvidas;

2- Atualização do conteúdo: verifique quando a página foi atualizada pela última vez, certificando-se de que o conteúdo é atual e, também, teste os links (uma fonte atualizada não apresenta links quebrados);

3- Qualidade intrínseca da informação: avalie fatores como a coerência com as normas cultas, se existe foco do conteúdo e a consistência estrutural com que a informação é apresentada em toda fonte;

4- Acessibilidade: atente-se para a facilidade de localizar e obter a informação;

5- Suporte aos usuários: veja se é possível algum auxílio, caso precise, durante sua consulta à fonte;

6- Segurança: analise as questões de acesso restrito e a proteção contra aqueles não autorizados;

7- Usabilidade: atente para a facilidade de uso e navegação e ao design, se é apropriado ao propósito da fonte;

8- Organização: fique alerta à estruturação dos conteúdos, pois as informações devem estar apresentadas em categorias adequadas;

9- Sistema de busca: certifique-se de que existem recursos que possibilitam acessar e recuperar rapidamente a informação, tais como índices, opções de refinamento, entre outros;

10- Consistência e relevância: considere a coerência na abordagem do conteúdo, se há referências a fontes pesquisadas, se a cobertura (temporal e temática) está de acordo com a que se propôs a fonte;

11- Estabilidade: verifique se a informação pode ser recuperada tantas vezes quanto forem necessárias.

Essas são algumas dicas. Com o tempo e a atenção necessária você saberá avaliar as fontes de informação rapidamente e sem dificuldade.

Lembre-se que a biblioteca disponibiliza várias fontes já avaliadas por profissionais da informação. Caso precise de ajuda para utilizá-las, peça ajuda aos bibliotecários!


Boas pesquisas em boas fontes!

Referências

TOMAÉL, Maria Inês et al. Fontes de informação na internet: critérios de qualidade. In: TOMAÉL, Maria Inês (Org.). Fontes de informação na internet. Londrina: EdUEL, 2008. cap. 1.
Como já se sabe, a informação é um elemento imprescindível à vida humana. Até pouco tempo atrás, predominavam os formatos impressos de disseminação de conteúdo. - See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=2730#sthash.0z4muMlv.dpuf
Como já se sabe, a informação é um elemento imprescindível à vida humana. Até pouco tempo atrás, predominavam os formatos impressos de disseminação de conteúdo. - See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=2730#sthash.0z4muMlv.dpuf
Como já se sabe, a informação é um elemento imprescindível à vida humana. Até pouco tempo atrás, predominavam os formatos impressos de disseminação de conteúdo. - See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=2730#sthash.0z4muMlv.dpuf

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Audiência pública da UNIFESP em Embu da Artes




Na última segunda-feira, dia 05/05/14, ocorreu uma audiência pública na cidade de Embu das Artes, para prestação de contas quanto a implantação de um novo campus UNIFESP. Foram apresentados novo local para construção do prédio em frente à Prefeitura, no Centro, e as áreas dos cursos de graduação que irão compor a grade curricular: artes, cultura e turismo.

“Já decretei o terreno como Área de Interesse Público”, afirmou o prefeito Chico Brito, presidente do Consórcio Intermunicipal da Região Sudoeste da Grande São Paulo (Conisud), que promoveu a reunião juntamente com reitora da Unifesp, Soraya Smaili, e demais autoridades no plenário da Câmara Municipal, que recebeu grande público. É a segunda audiência pública realizada pelas Câmaras Técnicas do consórcio, a primeira foi sobre transporte com a EMTU.

“Ponderei e cheguei à decisão de que o melhor seria escolhermos outro local para não retardarmos ainda mais o projeto”, afirmou o prefeito, reiterando que será dado continuidade à criação do Parque da Várzea, com a preservação ambiental de 1.4 milhão m² do total do terreno de 1.6 milhão m² do terreno existente.

Chico Brito fez um breve recorte histórico do início da luta pela universidade, desde a posse do terreno do Parque da Várzea, em 2009, cedido pelo Dersa (como compensação pelo impacto da construção do Rodoanel), passando pela inauguração de cursos de extensão instalados no Complexo Valdelice no ano de 2010, até chegar no decreto da presidente Dilma, em 2011, para instalação de um campus em Embu das Artes. Em 2012, uma liminar requerida na Justiça pela Associação Ibióca, Sociedade Ecológica Amigos de Embu e Associação Amigos do Bairro das Chácaras Bartira impediu obras no terreno, justificando que o projeto causaria impacto ambiental na região.

A reitora da Unifesp, Soraya Smaili, explicou que o Grupo de Trabalho misto, composto por técnicos da Prefeitura e Unifesp, avaliou as propostas pedagógicas, concluiu que a localidade no Centro da cidade seria a melhor opção e acredita que a implantação da universidade será realizada. “Há uma ampla área para construção sem restrições ambientais e deverão ser executados estudos, laudos e o planejamento”, declarou.

Smaili destacou o empenho conjunto entre os poderes executivos e legislativo e sociedade civil na consolidação da Unifesp na região: “A audiência é um instrumento importante para estimular a participação popular na elaboração do projeto”.

Ainda segundo Chico Brito, a participação de todos deve ser constante e vigorosa para colaborar com o surgimento da Unifesp, no intuito de buscar recursos financeiros do Governo Federal para bancar a desapropriação do terreno: “O objetivo da professora Soraya em expandir a Unifesp, visando a qualidade, fortaleceu a nossa união em torno desse projeto”.

O novo local

Numa área de 84 mil m², está previsto um centro cultural, teatro, cinema, galeria de arte e biblioteca que também serão abertos à população, com cursos de extensão e atividades diversas.

Soraya Smaili contou que estão previstas 400 vagas para serem disponibilizadas inicialmente, com perspectiva de criação de outros cursos posteriormente: “Levaremos em consideração o que já foi dito, sabendo das dificuldades, mas agiremos com responsabilidade, dando um passo de cada vez”.

Para a pró-reitora de graduação da Unifesp, Maria Angélica Minhoto, a expansão da grade curricular deve ser gradativa: “Vamos pensar na manutenção dos alunos. A universidade tem que pensar não só na abertura dos cursos, mas na permanência e conclusão deles pelos estudantes”.

Ela também afirmou que já foi percorrido um importante caminho nas instâncias decisórias da Unifesp com a definição das áreas de artes, cultura e turismo, contemplando um conjunto de cursos que tornarão a universidade plena.

A vez da população

Discursaram na audiência pessoas de diversos grupos, ambientalistas, estudantes, líderes comunitários, professores, movimentos sociais e cidadãos.

Muitos opinaram sobre criação de outros cursos (como meio ambiente, arquitetura, química e medicina), colocaram suas expectativas sobre o campus, revelaram os anseios em poder estudar, cobraram prazo e vislumbraram a oportunidade que a universidade irá levar para futuras gerações.

De Taboão da Serra, Maria Alves Caldeira, compareceu ao evento com espírito público e de cidadania: “Tenho interesse na universidade pelos meus filhos e netos”.

Graça, presidente da Associação Comunitária Parque das Chácaras (Embu das Artes), estava motivada e acredita no compromisso e na vontade política do governo municipal: “Trabalho com crianças carentes e todos aqui sabem da importância que a universidade terá na vida delas daqui uns anos”.

Falando pelo Movimento dos Sem Universidade (MSU), Sergio José Custódio (presidente nacional) elogiou a grande adesão da população:“Embu das Artes deu hoje um exemplo para o Brasil”.

Para ele, a ação do prefeito Chico Brito na busca pela abertura de uma universidade dá sentido à palavra governar: ”Nós acreditamos, e quando muitas pessoas acreditam no mesmo sonho, ele se torna realidade. Com a força popular, a universidade poderá acontecer mais rápido do que se imagina.

No final da audiência, foi assinado um Termo de Cooperação entre Prefeitura de Embu das Artes e Unifesp para a implantação do campus.

Autoridades presentes: vice-prefeito Natinha, deputado federal José Mentor, prefeitos Erlon Chaves (Itapecerica da Serra) e Clodoaldo Leite (Embu-Guaçu), vice –prefeito de Cotia, Moisés Cabrera, representante de Vargem Grande Paulista, José Carlos Ricardo de Souza, vereadores Doda Pinheiro (presidente), João Leite, Clidão do Táxi, Dra. Bete, Rosana Almeida, Gilson Oliveira, Edvânio Mendes, Jefferson do Caminhão e Ney Santos, além do vereador de Embu-Guaçu, Jose Ferreira.

Informação obtida no site da prefeitura de Embu das Artes.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Fontes de pesquisa de teses e dissertações em português

Vai fazer um trabalho de pesquisa e não sabe onde procurar? A Biblioteca BS oferece algumas fontes confiáveis para você. E melhor, em português!

Experimente procurar fontes que sejam teses e dissertações. Para isso, vá até os sites das universidades e busque por suas bibliotecas digitais! Neles, faça a pesquisa como tema desejado. Bem fácil, não é?

Entretanto, melhor que isso é procurar diretamente na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações brasileiras, a BDTD. Ela integra os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras, e também estimula o registro e a publicação de teses e dissertações em meio eletrônico. Além disso, possibilita que a comunidade brasileira de C&T publique suas teses e dissertações produzidas no país e no exterior, dando maior visibilidade a produção científica nacional.

Outra opção é o Banco de Teses da Capes, que facilita o acesso a informações sobre teses e dissertações defendidas junto a programas de pós-graduação do país. Esse banco de dados faz parte do Portal de Periódicos da Capes e, por esta razão, também têm seus registros recuperados pela interface do Portal.

Quer acessar o Portal Capes de casa? Não se esqueça de configurar o proxy do seu navegador. Você encontra o passo a passo no nosso post anterior.

Em geral é busca nessas ferramentas é facilitada, permitindo a pesquisa por autor, título e palavras-chave.

Lembre-se de entrar em contato conosco da biblioteca, caso ainda precise de mais ajuda!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Pesquisa em bases de dados via acesso remoto

Vamos relembrar como configurar acesso remoto no seu computador pessoal (assunto do nosso primeiro post!), o que te permite navegar por todas as bases de dados disponíveis na Unifesp com muita facilidade.


O acesso remoto via web à rede Unifesp tem o intuito de conectar os computadores da comunidade acadêmica da Unifesp (com vínculo ativo e que possua registro de matrícula na rede Unifesp), permitindo assim acesso aos conteúdos restritos nos computadores pessoais, como o Portal de Periódicos Capes, PubMed e inúmeras bases de dados de qualquer parte do mundo.


Fica a dica para configurar o navegador de internet que você não utiliza normalmente para outras atividades.

Siga o passo a passo e descubra como é fácil!

Para obter acesso remoto à rede UNIFESP é necessário primeiramente se cadastrar na Intranet seguindo os passos abaixo (caso já seja cadastrado siga do passo 6 em diante):
1. Acesse o link INTRANET e clique na palavra "Cadastre-se" no canto superior esquerdo, logo abaixo de Login e Senha.
2. Leia atentamente o Termo de Uso e clique em Concordo.
3. Preencha seus dados com muita atenção e clique em Avançar; qualquer dado incorreto, poderá resultar em uma mensagem de "Usuário não cadastrado".
4. Selecione um login desejado. Este será seu login de Intranet e de acesso remoto.
5. Digite uma senha de no mínimo 5 dígitos. Digite uma dica para a senha e clique em Avançar.
6. Após concluído o cadastro, entre com seu usuário e senha na Intranet, clique em "Serviços" e em seguida selecione "Proxy Autenticado". Se preferir, siga as instruções abaixo.

 Em caso de usar o navegador Mozilla Firefox

1. Abra seu navegador e clique na aba superior em FERRAMENTAS. Se a barra de menu não estiver visível, aperte ALT
2. Selecione o item “Opções”
3. Clique no ícone "Principal" e mude sua página inicial para <<www.unifesp.br>>
4. Então clique no ícone "Avançado", em seguida na guia "Rede" e depois clique no botão "Configurações..."
5. Clique na opção "Configuração manual de Proxy" e adicione no campo HTTP: <<acesso.unifesp.br>> e no campo Porta: <<8080>>
6. Clique em OK e pronto, você acabou de configurar seu navegador
7. Quando sair destes menus e abrir ou ir ao navegador novamente ele pedirá login e senha. Utilize os mesmos usados para acessar a intranet da unifesp.

Já se o navegador for o Internet Explorer

1. Abra o Internet Explorer e clique na opção "Ferramentas" na aba superior ou no ícone Ferramentas, que é uma engrenagem
2. Clique na opção "Opções da internet"
3. Abrir o novo menu, clique na guia "Geral" e no campo homepage digite: <<www.unifesp.br>>
4. Agora clique na guia "Conexões" e em seguida na opção "Configurações de Lan"
5. Marque a opção "Usar um servidor proxy para rede local" e no espaço para endereço digite: <<acesso.unifesp.br>>, no espaço para porta digite: <<8080>>
6. Dê OK em todas as telas e acesse seu navegador novamente, ele pedirá desta vez login e senha. Use os mesmos para entrar em sua intranet da UNIFESP.


Fique atento também como é fácil desconfigurar o seu navegador, quando necessário.

Em caso de usar o navegador Mozilla Firefox

1. Abra seu navegador e clique na aba superior em FERRAMENTAS.
Obs.: Se a barra de menu não estiver visível, aperte ALT
2. Selecione o item “Opções”
4. Então clique no ícone "Avançado", em seguida na guia "Rede" e depois clique no botão "Configurações..."
5. Clique na opção "Usar as configurações de proxy do sistema"
6. Clique em OK, e em OK novamente e pronto, você acabou de desconfigurar o proxy em seu navegador.

Já se o navegador for o Internet Explorer

1. Abra o Internet Explorer e clique na opção "Ferramentas" na aba superior ou no ícone Ferramentas, que é uma engrenagem
2. Clique na opção "Opções da internet"
3. Agora clique na guia "Conexões" e em seguida na opção "Configurações de Lan"
5. Desmarque a opção "Usar um servidor proxy para rede local"
6. Dê OK em todas as telas e pronto, você acabou de desconfigurar o proxy em seu navegador.


Isabella Coelho Medeiros.
* Colaborou Daniel Francesco (DTI).

segunda-feira, 31 de março de 2014

Dez filmes para refletir sobre o golpe militar



Lembrando o cinquentenário do golpe militar que deu início à ditadura no Brasil, o Blog da Biblioteca elaborou uma relação com dez filmes, entre documentários e obras de ficção, que retratam personagens que sofreram na pele as consequências da repressão e do autoritarismo de um dos períodos mais nebulosos de nossa história. Confira a lista:

1- Cabra Marcado para Morrer 



Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos própios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

 2 -  Pra Frente Brasil



Em 1970, o Brasil inteiro torce e vibra com a seleção de futebol no México, enquanto prisioneiros políticos são torturados nos porões da ditadura militar e inocentes são vítimas desta violência. Todos estes acontecimentos são vistos pela ótica de uma família quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador da classe média, é confundido com um ativista político e "desaparece".

3- O que é isso, companheiro?



O jornalista Fernando e seu amigo César abraçam a luta armada contra a ditadura militar no final da década de 60. Os dois alistam num grupo guerrilheiro de esquerda. Em uma das ações do grupo militante, César é ferido e capturado pelos militares. Fernando então planeja o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, para negociar a liberdade de César e de outros companheiros presos.

4- Ação entre Amigos 



Narra a história de quatro amigos - Miguel, Paulo, Osvaldo e Elói - que, no período entre o final da década de 60 e o início da década de 70, participaram da oposição armada ao regime militar, tendo sido presos e torturados. O filme parte dos dias atuais, mostrando o que é feito de cada um deles. Certo dia, Miguel julga identificar em fotos feitas durante um comício numa cidade do interior de São Paulo, o rosto do homem que os torturou, 25 anos antes - o delegado Correia, oficialmente dado como morto em um acidente de avião. Miguel convida seus três companheiros para uma pescaria nesta cidade, dissimulando inicialmente os reais motivos da viagem. No trajeto, ele revela a Paulo, Osvaldo e Elói sua descoberta, provocando reações diversas em cada um e estabelecendo um conflito entre eles: há quem não acredite que Correia esteja e há quem deseje que ele esteja realmente morto.

5- O ano que meus pais saíram de férias



Mauro é um garoto mineiro de 12 anos, que adora futebol e jogo de botão. Um dia sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade os pais de Mauro foram obrigados a fugir por serem de esquerda e serem perseguidos pela ditadura, tendo que deixá-lo com o avô paterno. Porém o avô enfrenta problemas, o que faz com que Mauro tenha que ficar com Shlomo, um velho judeu solitário que é seu vizinho. Enquanto aguarda um telefonema dos pais, Mauro precisa lidar com sua nova realidade, que tem momentos de tristeza pela situação em que vive e também de alegria, ao acompanhar o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo.

6- Cidadão Boilesen



Através de diversos depoimentos, o documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar. Seu apoio, assim como de muitos outros empresários, financeiro ao movimento de repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi.

7- Hércules 56


Na semana da independência de 1969 o embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick, foi sequestrado. Em sua troca foi exigida a divulgação de um manifesto revolucionário e a libertação de 15 presos políticos, que representam diversas tendências políticas que se opunham à ditadura militar. Banidos do território nacional e com a nacionalidade cassada, eles são levados ao México no avião da FAB Hércules 56. Através de entrevistas com os sobreviventes os fatos desta época são relembrados.


8-  O dia que durou 21 anos



O documentário mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início a ditadura contou com a ativa participação de agências como CIA e a própria Casa Branca. Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do marechal Humberto Castelo Branco.

9- Hoje



Vera é uma ex-militante política que recebe uma indenização do governo, em decorrência do desaparecimento do marido, vítima da repressão provocada pela ditadura militar. Com o dinheiro ela consegue comprar um apartamento próprio, além de enfim poder ser reconhecida como viúva. Só que, quando está prestes a se mudar, recebe uma visita que altera sua vida.

10- Repare Bem



Durante a ditadura, Denise Crispim, filha de pais militantes, envolve-se com o guerrilheiro conhecido como Bacuri. A relação dá origem a uma gravidez, no mesmo período em que o regime começa a perseguir a família de Denise. Em pouco tempo, seu irmão é assassinado e sua mãe é presa. Quando à Bacuri, ele é torturado durante mais de três meses, e depois assassinado. Com o nascimento da pequena Eduarda, Denise consegue asilo político no Chile, embora o golpe de Pinochet force mãe e filha a se mudarem para a Itália. Mais de 40 anos após os fatos, as duas recebem anistia do governo brasileiro, e decidem contar a sua história.