As Bibliotecas tem como finalidade dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), disponibilizando produtos e serviços que atendam às necessidades de informação de estudantes, docentes e técnicos. Nossos horários de atendimento são de segunda a sexta das 08h00 as 20h00 para o Instituto Saúde e Sociedade e das 10h00 as 22h00 para Instituto do Mar.
Novos títulos de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
Boltanski, Luc; Chiapello, Ève. O novo espírito do
capitalismo. Tradução: Ivone C. Benedetti, Revisão técnica: Brasílio Sallum Jr.
São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. 701 p. ISBN 9788578271435.
Localização na Estante:331.13 /
B694n
Mészáros, István. O poder da ideologia. São Paulo:
Boitempo, 2012. 566p. ISBN 9788575590560.
Localização na Estante:301 / M586p
Vazquez, Daniel Arias (org.). A questão urbana na Baixada
Santista: políticas, vulnerabilidades e desafios para o desenvolvimento. Santos:
Leopoldianum, 2011. 335 p. ISBN 9788560360277.
Localização na Estante:711.4098161
/ Q58
Novas edições de títulos consagrados de Biológicas
NELSON, David L; COX, Michael M.
Princípios de Bioquímica de Lehninger. [Lehninger: principles of biochemistry]. 5 ed. São Paulo: Sarvier, 2011.
1273 p. ISBN 85-7378-166-1. Localização na Estante: 572 / L523p
Carvalho, Hernandes F; Pimentel,
Shirlei Maria Recco. A célula. 3.ed. Barueri: Manole, 2013. 590 p. il; color. ISBN 9788520425435. Localização na Estante: 571.6 / C3311c
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana.
[Atlas of human anatomy]. Tradutores: Maria Inês Corrêa Nascimento et
al. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 532 p. ISBN 85-352-3748-1. Localização na Estante: 611.0222 / N474a
A mais nova edição do clássico Atlas de Anatomia Sobotta
PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia
humana: anatomia geral e sistema muscular. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - allgemeine anatomie und
Bewegungsapparat]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de
Adilson Dias Salles. 23.ed..
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.1. 398 p. ISBN 85-277-1938-4. Localização na Estante:611.00222 / S6777 / v.1
PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia
humana: órgãos internos. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - innere
organe]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de Adilson Dias
Salles. 23.ed.. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.2. 264 p. ISBN 85-277-1938-4. Localização na Estante: 611.00222 / S6777 / v.2
PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia
humana: cabeça, pescoço e neuroanatomia. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - kopf,hals und neuroanatomie
]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de Adilson Dias
Salles. 23.ed.. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.3. 376 p. ISBN 85-277-1938-4.
Você
conhece a Revista de Atenção Primária à Saúde (APS)? Ela é uma
publicação científica, trimestral, do Núcleo de Assessoria,
Treinamento e Estudos em Saúde (NATES) e Mestrado de Saúde Coletiva
da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e
Rede de Educação Popular e Saúde (REDEPOP).
O site da
revista possibilita acesso livre e imediato. A publicação segue o princípio
de que disponibilizar gratuitamente o saber científico ao público
proporciona maior democratização mundial do conhecimento.
Para quem
está começando a pensar no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a
revista é uma excelente fonte de pesquisa a apenas um clique. São artigos de revisão de literatura e originais, além dos
relatos de experiência.
Mais
informações sobre este periódico e outras bases de dados, entre em
contato com a biblioteca, através do e-mail biblioteca.bs@unifesp.br
e marque um horário para descobrir mais sobre o universo da pesquisa
científica.
Na ultima
terça (dia 4), a Coordenadoria da Rede de Bibliotecas da
Universidade Federal de São Paulo (CRBU/ Unifesp) realizou seu
primeiro encontro com a presença de bibliotecários, assistentes e
auxiliares em administração de todas as bibliotecas dos campi. O
objetivo da iniciativa foi apresentar a nova estrutura do órgão e
iniciar o planejamento para futuros projetos. A diretora da CRBU,
Maria Eduarda dos Santos Puga, ressaltou que a CRBU visa consolidar
as bibliotecas como recurso educacional para o desenvolvimento do
ensino, pesquisa e extensão da Unifesp.
Durante a
apresentação, Maria Eduarda também lembrou que a CRBU é uma ação
pioneira na Unifesp, sendo que a criação e o regimento do órgão
foram aprovados pelo Conselho Universitário nos dias 10 de abril e
15 de maio do ano passado, respectivamente. A diretora ainda
destacou o trabalho do bibliotecário do campus Guarulhos, William
José Sobral, eleito diretor pro tempore e que deu início à
construção do planejamento da CRBU.
A CRBU
contribuirá para a integração e a troca de conhecimento científico
entre as bibliotecas dos campi, como já ocorre nas principais
instituições de ensino superior do país. A reitora, Soraya Smaili,
aproveitou a ocasião para parabenizar o trabalho da CRBU e comentou
sobre a necessidade de as bibliotecas se tornarem centros de
socialização, em que se discute ideias e se compartilha saberes.
Corroborando com a reitora, Maria Eduarda ressaltou que é preciso
superar a ideia de que a biblioteca é um lugar somente de empréstimo
e devolução de livros.
O
encontro foi finalizado com uma dinâmica de grupo em que os
profissionais das bibliotecas dos campi refletiram sobre quais novos
serviços podem ser oferecidos e quais competências são necessárias
para atender esse novo usuário, cada vez mais conectado. Entre as
sugestões, destaca-se a criação de um repositório institucional –
que armazenaria toda a produção científica e acadêmica da
Unifesp, a compra de um sistema eficiente tanto para o profissional
quanto para o usuário, e a realização de seminários temáticos.
A sociedade do século XX é fruto da cultura tecnocientífica. Os avanços obtidos nas áreas da saúde, habitação, alimentação, energia ou comunicação estão associados às descobertas de cientistas e técnicos. Muitos desses avanços científicos foram desenvolvidos em pesquisas de instituições públicas de ensino, financiados por organismos ligados ao Estado, o que exige a devolutiva à sociedade do conhecimento desenvolvido nesses espaços. As instituições científicas possuem responsabilidades sociais específicas, que incluem a prestação de contas dos recursos públicos utilizados, como a obrigação de ser uma organização transformadora, capaz de contribuir para o desenvolvimento do senso crítico dos cidadãos. A divulgação científica tem três objetivos principais: educacional, que amplia o conhecimento e a compreensão do público leigo a respeito do processo científico; cívico, que desenvolve uma opinião pública informada sobre os impactos do desenvolvimento científico e tecnológico sobre a sociedade; e de mobilização popular, que instrumentaliza os atores sociais na formulação de políticas públicas e na escolha de opções tecnológicas. Dessa maneira, é necessário que universidades e centros de pesquisa invistam em políticas de divulgação científica. Primeiramente, para traduzir o conhecimento da ciência para o público em geral, de forma que as pessoas observem na prática os resultados dos fenômenos estudados cientificamente. Em segundo lugar, a divulgação da ciência significa uma população mais informada a respeito das descobertas científicas e tecnológicas. Isso contribui para a quebra de paradigmas, instrumentalizando os atores sociais para a mudança de comportamento, seja no cuidado à saúde ou na preservação do meio ambiente. A questão da divulgação científica também está ligada ao direito à informação - assegurado pelo artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em 1948. Dessa forma, a socialização do saber é uma obrigação de qualquer Estado democrático. A ciência não pode continuar falando somente para os pares e circunscrita ao mundo acadêmico.
1-
Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar,
além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as
páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores
para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados
em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também
danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o
hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas,
que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
- See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=3007#sthash.8SR3sM41.dpuf
1-
Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar,
além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as
páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores
para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados
em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também
danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o
hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas,
que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
- See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=3007#sthash.8SR3sM41.dpuf
1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou
engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados
entre as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize
marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas
danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas
e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como
desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o
tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe
empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro
também danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está
incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção
às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros
na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A
delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede
a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal
marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais
provocam acidez do papel.
Isabella C. Medeiros Bibliotecária
Esses
cuidados funcionam para nossos próprios livros e são
fundamentais quando utilizamos livros da biblioteca, já que
são compartilhados por várias pessoas.
Algumas dicas já foram mencionadas nos posts anteriores, mas vale a pena reforçar.
Fiquem ligados!!!
1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou
engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre
as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores
para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados
em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também
danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o
hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas,
que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
- See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=3007#sthash.nyUjsK3h.dpuf
Esses
cuidados funcionam para nossos próprios livros e são
fundamentais quando utilizamos livros da biblioteca, já que
são compartilhados por várias pessoas.
Algumas dicas já foram mencionadas nos posts anteriores, mas vale a pena reforçar.
Fiquem ligados!!!
1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou
engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre
as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores
para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados
em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também
danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o
hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas,
que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
- See more at: http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=3007#sthash.nyUjsK3h.dpuf
A ideia de escrever um artigo
científico tira o sono de muitos pesquisadores. O problema começa pelo resumo
passa pelo corpo do texto e termina nas referências. Este texto quer contribuir
com os primeiros passos daquele graduando que vai elaborar algum trabalho
científico para publicar ou apresentar em congressos ou seminários.
As dicas abaixo são baseadas
nos livros “Ciência: da filosofia à
publicação”, de Gilson Volpato e “Artigo
Científico: do desafio à conquista” de Victoria Secaf. Antes de mais nada,
é preciso que o pesquisador se organize e pense na história que irá contar.
Redigir um artigo científico exige tempo e dedicação, por isso, a imersão é
fundamental para o processo de construção.
Vejamos o passo a passo:
1.Analise os dados coletados por sua pesquisa. 2.Estabeleça uma pirâmide lógica para o desenvolvimento
do trabalho, conforme o esquema abaixo:
3.Contextualize seu trabalho, respondendo as perguntas:
“Como começou?”, “Onde chegou?”, “Como conseguiu?”, “O que isso contribui para
a ciência?” e “Por que isso interessaria ao mundo?”. Escreva esse percurso,
reavaliando cada resposta a essas perguntas.
4.Escolha o periódico, levando em conta seu fator de
impacto. Veja as edições anteriores da revista e verifique seu estilo. Observe
se os textos publicados o verbo é conjugado na primeira pessoa do singular ou
do plural.
5.É importante planejar cada tópico antes de escrevê-lo,
pensando numa ideia central para cada parágrafo.
6.Procure escrever com suas próprias palavras, evitando
reproduções literais de outros trabalhos.
7.Retorne ao quadro teórico de referência e substancie o
artigo.
8.Não seja prolixo e rebuscado, opte pela objetividade.
Prefira frases curtas e utilize palavras precisas.
9.Lembre-se de usar tempos verbais condizentes, prestando
atenção de que se o trabalho já estiver finalizado, os verbos utilizados na
metodologia deverão estar no passado.
10.Cuidado
com os pronomes indefinidos, lembre que é melhor substituí-los pelo objeto a
qual se referem.
11.Não
use jargões, opte por um vocabulário universal.
12.Procure
ser argumentativo, dando fluência ao texto.
13.Revise
o conteúdo do texto, observando as seguintes questões: “A redação está
sintética?”, “O texto segue a ordem direta?”, “O texto permite dupla
interpretação?” e “O texto está na voz passiva?”.
14.Construa
um título fiel ao conteúdo e que apresente as seguintes qualidades: clareza,
criatividade, concisão e precisão. Lembre-se que o título deve ser atrativo
para que atraia o maior número de leitores. Ao contrário das frases habituais, os
títulos não devem conter verbos.
15.O
resumo deve conter de 100 a 150 palavras. Ele precisa informar sucintamente os objetivos,
a metodologia, os resultados e as conclusões.
16.Afaste-se
do texto por um curto espaço de tempo. Esse breve distanciamento ajudará a
reavaliá-lo criticamente.
17.Peça
a outro pesquisador que leia atentamente seu texto e opine sobre ele.
18.Faça
os ajustes finais, obedecendo às normas de publicação do periódico ou do evento
para o qual escreve. Depois, submeta-o.