As Bibliotecas tem como finalidade dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no Campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), disponibilizando produtos e serviços que atendam às necessidades de informação de estudantes, docentes e técnicos. Nossos horários de atendimento são de segunda a sexta das 08h00 as 20h00 para o Instituto Saúde e Sociedade e das 10h00 as 22h00 para Instituto do Mar.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Confira algumas das novas aquisições da Biblioteca

Novos títulos de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas


Boltanski, Luc; Chiapello, Ève. O novo espírito do capitalismo. Tradução: Ivone C. Benedetti, Revisão técnica: Brasílio Sallum Jr. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. 701 p. ISBN 9788578271435. 
Localização na Estante: 331.13 / B694n

Mészáros, István. O poder da ideologia. São Paulo: Boitempo, 2012. 566p. ISBN 9788575590560. 
Localização na Estante: 301 / M586p

Vazquez, Daniel Arias (org.). A questão urbana na Baixada Santista: políticas, vulnerabilidades e desafios para o desenvolvimento. Santos: Leopoldianum, 2011. 335 p. ISBN 9788560360277. 
Localização na Estante: 711.4098161 / Q58

Novas edições de títulos consagrados de Biológicas

NELSON, David L; COX, Michael M. Princípios de Bioquímica de Lehninger. [Lehninger: principles of biochemistry]. 5 ed. São Paulo: Sarvier, 2011. 1273 p. ISBN 85-7378-166-1.  
Localização na Estante: 572 / L523p

Carvalho, Hernandes F; Pimentel, Shirlei Maria Recco. A célula. 3.ed. Barueri: Manole, 2013. 590 p. il; color. ISBN 9788520425435.  
Localização na Estante: 571.6 / C3311c

NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. [Atlas of human anatomy]. Tradutores: Maria Inês Corrêa Nascimento et al. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 532 p. ISBN 85-352-3748-1.  
Localização na Estante: 611.0222 / N474a 


A mais nova edição do clássico Atlas de Anatomia Sobotta


PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia humana: anatomia geral e sistema muscular. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - allgemeine anatomie und Bewegungsapparat]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de Adilson Dias Salles. 23.ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.1. 398 p. ISBN 85-277-1938-4.
Localização na Estante: 611.00222 / S6777 / v.1

PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia humana: órgãos internos. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - innere organe]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de Adilson Dias Salles. 23.ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.2. 264 p. ISBN 85-277-1938-4.
Localização na Estante: 611.00222 / S6777 / v.2

PAULSEN,Friedrich; WASCHKE, Jens. Sobotta atlas de anatomia humana: cabeça, pescoço e neuroanatomia. [Sobotta: atlas der anatomie des menschen - kopf,hals und neuroanatomie ]. Tradução: Marcelo Sampaio Narciso sob a supervisão de Adilson Dias Salles. 23.ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. v.3. 376 p. ISBN 85-277-1938-4.  
Localização na Estante: 611.00222 / S6777 / v.3

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Descubra a Revista de APS


Você conhece a Revista de Atenção Primária à Saúde (APS)? Ela é uma publicação científica, trimestral, do Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde (NATES) e Mestrado de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e Rede de Educação Popular e Saúde (REDEPOP).

O site da revista possibilita acesso livre e imediato. A publicação segue o princípio de que disponibilizar gratuitamente o saber científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Para quem está começando a pensar no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a revista é uma excelente fonte de pesquisa a apenas um clique. São artigos de revisão de literatura e originais, além dos relatos de experiência.

Mais informações sobre este periódico e outras bases de dados, entre em contato com a biblioteca, através do e-mail biblioteca.bs@unifesp.br e marque um horário para descobrir mais sobre o universo da pesquisa científica.


Bons estudos!

Isabella Coelho Medeiros

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

CRBU promove encontro e discute futuro das bibliotecas


Na ultima terça (dia 4), a Coordenadoria da Rede de Bibliotecas da Universidade Federal de São Paulo (CRBU/ Unifesp) realizou seu primeiro encontro com a presença de bibliotecários, assistentes e auxiliares em administração de todas as bibliotecas dos campi. O objetivo da iniciativa foi apresentar a nova estrutura do órgão e iniciar o planejamento para futuros projetos. A diretora da CRBU, Maria Eduarda dos Santos Puga, ressaltou que a CRBU visa consolidar as bibliotecas como recurso educacional para o desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão da Unifesp.



Durante a apresentação, Maria Eduarda também lembrou que a CRBU é uma ação pioneira na Unifesp, sendo que a criação e o regimento do órgão foram aprovados pelo Conselho Universitário nos dias 10 de abril e 15 de maio do ano passado, respectivamente. A diretora ainda destacou o trabalho do bibliotecário do campus Guarulhos, William José Sobral, eleito diretor pro tempore e que deu início à construção do planejamento da CRBU.



A CRBU contribuirá para a integração e a troca de conhecimento científico entre as bibliotecas dos campi, como já ocorre nas principais instituições de ensino superior do país. A reitora, Soraya Smaili, aproveitou a ocasião para parabenizar o trabalho da CRBU e comentou sobre a necessidade de as bibliotecas se tornarem centros de socialização, em que se discute ideias e se compartilha saberes. Corroborando com a reitora, Maria Eduarda ressaltou que é preciso superar a ideia de que a biblioteca é um lugar somente de empréstimo e devolução de livros.



O encontro foi finalizado com uma dinâmica de grupo em que os profissionais das bibliotecas dos campi refletiram sobre quais novos serviços podem ser oferecidos e quais competências são necessárias para atender esse novo usuário, cada vez mais conectado. Entre as sugestões, destaca-se a criação de um repositório institucional – que armazenaria toda a produção científica e acadêmica da Unifesp, a compra de um sistema eficiente tanto para o profissional quanto para o usuário, e a realização de seminários temáticos. 

Michel Carvalho

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Divulgação científica: compromisso com a cidadania



A sociedade do século XX é fruto da cultura tecnocientífica. Os avanços obtidos nas áreas da saúde, habitação, alimentação, energia ou comunicação estão associados às descobertas de cientistas e técnicos. Muitos desses avanços científicos foram desenvolvidos em pesquisas de instituições públicas de ensino, financiados por organismos ligados ao Estado, o que exige a devolutiva à sociedade do conhecimento desenvolvido nesses espaços.

As instituições científicas possuem responsabilidades sociais específicas, que incluem a prestação de contas dos recursos públicos utilizados, como a obrigação de ser uma organização transformadora, capaz de contribuir para o desenvolvimento do senso crítico dos cidadãos.

A divulgação científica tem três objetivos principais: educacional, que amplia o conhecimento e a compreensão do público leigo a respeito do processo científico; cívico, que desenvolve uma opinião pública informada sobre os impactos do desenvolvimento científico e tecnológico sobre a sociedade; e de mobilização popular, que instrumentaliza os atores sociais na formulação de políticas públicas e na escolha de opções tecnológicas.

Dessa maneira, é necessário que universidades e centros de pesquisa invistam em políticas de divulgação científica. Primeiramente, para traduzir o conhecimento da ciência para o público em geral, de forma que as pessoas observem na prática os resultados dos fenômenos estudados cientificamente. Em segundo lugar, a divulgação da ciência significa uma população mais informada a respeito das descobertas científicas e tecnológicas. Isso contribui para a quebra de paradigmas, instrumentalizando os atores sociais para a mudança de comportamento, seja no cuidado à saúde ou na preservação do meio ambiente. 

A questão da divulgação científica também está ligada ao direito à informação - assegurado pelo artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em 1948. Dessa forma, a socialização do saber é uma obrigação de qualquer Estado democrático. A ciência não pode continuar falando somente para os pares e circunscrita ao mundo acadêmico.

Michel Carvalho

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Saiba como preservar os livros



1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
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1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
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1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as páginas.


2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.


3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.


4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.


5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.


6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também danifica.


7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.


8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.


9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.


10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.


11- Armários e estantes devem ser arejados.


12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.


13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.

Isabella C. Medeiros
Bibliotecária



Esses cuidados funcionam para nossos próprios livros e são fundamentais quando utilizamos livros da biblioteca, já que são compartilhados por várias pessoas.
Algumas dicas já foram mencionadas nos posts anteriores, mas vale a pena reforçar.
Fiquem ligados!!!
restauro_zip
1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
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Esses cuidados funcionam para nossos próprios livros e são fundamentais quando utilizamos livros da biblioteca, já que são compartilhados por várias pessoas.
Algumas dicas já foram mencionadas nos posts anteriores, mas vale a pena reforçar.
Fiquem ligados!!!
restauro_zip
1- Não coma nem beba próximo aos livros, porque pode molhar ou engordurar, além de farelos e migalhas que podem ficar depositados entre as páginas.
2- Para marcar a página em que parou na leitura, utilize marcadores para livros. Dobrar as “orelhinhas” das páginas danifica o papel.
3- As anotações da leitura devem ser feitas em folhas separadas e, não, nos livros.
4- Outros tipos de rasuras também são prejudiciais, como desenhos, sublinhados e uso de marca texto.
5- Ao tirar o livro da estante, não puxe pela lombada, pois com o tempo ela descola / rasga e a capa fica solta.
6- Quando pegar vários livros por empréstimo, não os deixe empilhados em sua mesa de estudos. O peso que um faz sobre o outro também danifica.
7- Estudar próximo a crianças é ótimo, já que está incentivando o hábito da leitura. No entanto, preste mais atenção às atitudes delas, que podem riscar, desenhar ou escrever nos livros na mais pura diversão.
8- Ao entregar o livro na caixa de devolução, cuidado! A delicadeza permite que ele fique bem acomodado ali dentro.
9- Se você é fumante, cuidado com o fogo no papel.
10- Não guarde os livros em sacolas plásticas, pois isto impede a respiração do papel.
11- Armários e estantes devem ser arejados.
12- Não use clipes para marcar as páginas. A oxidação do metal marca e danifica o papel.
13- Fita crepe, durex e cola branca, nem pensar! Estes materiais provocam acidez do papel.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Preciso escrever um artigo científico. E agora?



 
 
A ideia de escrever um artigo científico tira o sono de muitos pesquisadores. O problema começa pelo resumo passa pelo corpo do texto e termina nas referências. Este texto quer contribuir com os primeiros passos daquele graduando que vai elaborar algum trabalho científico para publicar ou apresentar em congressos ou seminários.
As dicas abaixo são baseadas nos livros “Ciência: da filosofia à publicação”, de Gilson Volpato e “Artigo Científico: do desafio à conquista” de Victoria Secaf. Antes de mais nada, é preciso que o pesquisador se organize e pense na história que irá contar. Redigir um artigo científico exige tempo e dedicação, por isso, a imersão é fundamental para o processo de construção.
Vejamos o passo a passo:
1.      Analise os dados coletados por sua pesquisa. 

2.      Estabeleça uma pirâmide lógica para o desenvolvimento do trabalho, conforme o esquema abaixo: 

  
3.      Contextualize seu trabalho, respondendo as perguntas: “Como começou?”, “Onde chegou?”, “Como conseguiu?”, “O que isso contribui para a ciência?” e “Por que isso interessaria ao mundo?”. Escreva esse percurso, reavaliando cada resposta a essas perguntas. 
4.      Escolha o periódico, levando em conta seu fator de impacto. Veja as edições anteriores da revista e verifique seu estilo. Observe se os textos publicados o verbo é conjugado na primeira pessoa do singular ou do plural. 
5.      É importante planejar cada tópico antes de escrevê-lo, pensando numa ideia central para cada parágrafo. 
6.      Procure escrever com suas próprias palavras, evitando reproduções literais de outros trabalhos. 
7.      Retorne ao quadro teórico de referência e substancie o artigo. 
8.      Não seja prolixo e rebuscado, opte pela objetividade. Prefira frases curtas e utilize palavras precisas. 
9.      Lembre-se de usar tempos verbais condizentes, prestando atenção de que se o trabalho já estiver finalizado, os verbos utilizados na metodologia deverão estar no passado. 
10.  Cuidado com os pronomes indefinidos, lembre que é melhor substituí-los pelo objeto a qual se referem. 
11.  Não use jargões, opte por um vocabulário universal. 
12.  Procure ser argumentativo, dando fluência ao texto. 
13.  Revise o conteúdo do texto, observando as seguintes questões: “A redação está sintética?”, “O texto segue a ordem direta?”, “O texto permite dupla interpretação?” e “O texto está na voz passiva?”. 
14.  Construa um título fiel ao conteúdo e que apresente as seguintes qualidades: clareza, criatividade, concisão e precisão. Lembre-se que o título deve ser atrativo para que atraia o maior número de leitores. Ao contrário das frases habituais, os títulos não devem conter verbos. 
15.  O resumo deve conter de 100 a 150 palavras. Ele precisa informar sucintamente os objetivos, a metodologia, os resultados e as conclusões. 
16.  Afaste-se do texto por um curto espaço de tempo. Esse breve distanciamento ajudará a reavaliá-lo criticamente. 
17.  Peça a outro pesquisador que leia atentamente seu texto e opine sobre ele. 
18.  Faça os ajustes finais, obedecendo às normas de publicação do periódico ou do evento para o qual escreve. Depois, submeta-o.

Michel Carvalho